Revista Diário - 29ª Edição
• Randolfe fala sobre processo de formação de uma nova frente progressista. Diz que juntamente com os cinco senadores da Rede epolíticos do PPS já esteve em reunião com Cid Gomes, do PDT, eque espera para muito breve poder anunciar como de fato esse novo campo atuará. ploração mineral e sucateasse a estrada de ferro, além de deixar que o porto fosse destruído. Nosso mandato não ficou parado. Fomos à sede da Anglo, em Londres, para cobrar sua respons abilidade, de- nunciando-a que, após ganhar rios de dólares ex- plorando nossas riquezas, deixou os amapaenses a 'ver navios'". "Como o senhor explica ter conquistado mais do que o dobro dos votos do seu candidato ao go- verno, Davi Alcolumbre, do DEM, que ficou em ter- ceiro lugar na eleição ao governo do estado?" Foi outra pergunta feita a Randolfe Rodrigues, assim respondida: "O resultado que se espera de uma eleição é aquilo que desejamos e defendemos para o estado. Agora, deve se respeitar a decisão sobe- rana do povo. Nos votos válidos, Waldez foi vence- dor, o que não quer dizer que no primeiro turno o povo não tenha dado o sinal do des e jo de mu- dança. Se somarmos a votação do Davi e dos de - mais candidatos, mais nulos, brancos e abstenções, veremos que o povo anseia por essa mudança e é contrário aos modelos de gestão desses dois gru- pos liderados por Waldez e Capi. A mudan ça se dará. Se não foi agora, poderá ser em 2022". Randolfe lembrou que ajuizou ação popular, na Justiça Federal, para conter aumento que seria abusivo no consumo de energia elétrica, e que lo- grou êxito durante certo tempo. Além disso, pro- pôs no Senado Projeto de Lei que exclui os estados exportadores de energia natural, como é o caso do Amapá, das bandeiras tarifárias estabelecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica. Para ele, não é justo que quem produz energia pague a mesma conta de quem não produz, pois isso seria privilegiar os estados mais ricos, o que é um contrassenso. E prometeu dedicar o seu man- dato a fazer avançar a agenda de redução do custo energético para estados produtores, registrando que já é assim, por exemplo, nos estados produto- res de petróleo que recebem royalties do governo federal. Além da questão da energia elétrica, o senador diz já ter priorizado outras pautas de interesse da Amazônia, para 2019, esclarecendo que não se pode conceber uma agenda de desenvolvimento Revista DIÁRIO - Edição 29 - 24
RkJQdWJsaXNoZXIy NDAzNzc=